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por Jennifer Brett, N.D. - traduzido por HowStuffWorks Brasil

Deficiência de vitamina B5

O Consumo Diário Recomendado - CDR - da vitamina B5 é de 5 mg para homens e mulheres, com um consumo estimado diário, adequado e seguro para adultos entre 4 e 7 mg. Os norte-americanos ingerem, em média, cerca de 10 a 20 mg. As bactérias que vivem no trato intestinal fabricam um pouco de ácido pantotênico, mas ninguém sabe ainda se isso contribui para o suprimento do corpo.

É bastante improvável uma pessoa que faz uma dieta normal (que inclua uma boa variedade de alimentos) apresentar deficiência de vitamina B5. Os sintomas da deficiência, como insônia, câimbras nas pernas ou sensação de ardência nos pés, ocorreram apenas em situações experimentais. Ainda assim, os sintomas graves ocorriam apenas se as pessoas também tomassem um medicamento que interferisse na produção da vitamina.

Insônia, câimbras nas pernas e sensação de ardência nos pés são sintomas da deficiência de ácido pantotênico.
2007 Publications International, Ltd.
Insônia, câimbras nas pernas e sensação de ardência nos pés são sintomas da deficiência de ácido pantotênico

Suplementos de vitamina B5

A vitamina B5 usada para ajudar a glândula supra-renal seria eficaz na dose de 250 mg, duas vezes ao dia. Para artrite, 2 g por dia podem ajudar no alívio da dor. Não há problemas conhecidos de toxicidade com doses altas de ácido pantotênico ou pantetina. Entretanto, doses muito altas, de 10 a 20 g por dia, podem causar diarréia em algumas pessoas.

Embora a vitamina B5 seja necessária à boa saúde, sabe-se que uma deficiência desse nutriente essencial é extremamente rara. Para evitá-la, deve-se apenas fazer uma dieta balanceada.

A vitamina B5 é apenas um dos muitos nutrientes essenciais que precisam fazer parte de sua dieta. Para mais informações, acesse os links a seguir. 
  • A deficiência de vitamina B1, ou tiamina, resulta na doença chamada beribéri. Saiba mais em Como funciona a vitamina B1.
  • Em Como funciona a vitamina B2, você saberá como a vitamina B2, ou riboflavina, trabalha com as outras vitaminas do complexo B a fim de metabolizar carboidratos, gorduras e proteínas.
  • A vitamina B3, ou niacina, age como uma coenzima, auxiliando outras substâncias na transformação do alimento em energia. Saiba mais em Como funciona a vitamina B3.
  • A vitamina B6 é, na verdade, um grupo de três substâncias: piridoxina, piridoxamina e piridoxal, que metabolizam a proteína e os aminoácidos. Leia mais em Como funciona a vitamina B6.
  • A vitamina C, ou ácido ascórbico, é boa para aliviar o resfriado, mas também tem outras aplicações. Saiba mais em Como funciona a vitamina C.
  • A vitamina D é necessária para evitar o raquitismo e a exposição ao sol faz o corpo produzir seu próprio suprimento de vitamina D. Saiba mais em Como funciona a vitamina D.
SOBRE O AUTOR: a Dra. Jennifer Brett é diretora do Instituto de Acupuntura da Universidade de Bridgeport e também trabalha como professora na Faculdade de Medicina Naturopática. Líder reconhecida em seu campo, com vasta experiência no tratamento de várias doenças utilizando medicamentos botânicos e nutricionais, a Dra. Brett apareceu no WABC TV (NYC) e no Good Morning America para discutir o uso de plantas na manutenção da saúde.

Esses dados são apenas informativos. ELES NÃO TÊM O OBJETIVO DE PROPORCIONAR ORIENTAÇÃO MÉDICA. Nem os editores de Consumer Guide (R), Publications International, Ltda., nem o autor, nem a editora se responsabilizam por quaisquer conseqüências possíveis oriundas de tratamento, procedimento, exercício, modificação alimentar, ação ou aplicação de medicação resultante da leitura ou utilização das informações aqui contidas. A publicação dessas informações não constitui prática de medicina, e elas não substituem a orientação de seu médico ou de outros profissionais da área médica. Antes de se submeter a qualquer tratamento, o leitor deve procurar atendimento médico ou de outro profissional da área da saúde.