Vacinas da infância

Primeira Infância - de 18 meses até 6 anos, as crianças recebem vacinas contra HepB, DTP, IPV, MMR (tríplice viral) e varicela. Isso para garantir a máxima proteção contra as doenças.

child vaccination
Joe Raedle/Getty Images
Wilson Fenelon reage à injeção da imunização

Crianças mais velhas/adolescentes - após os 6 anos de idade, as crianças não têm muitas vacinas com que se preocupar até a adolescência. Por volta dos 11 anos elas devem tomar a vacina DPT para se protegerem contra o tétano, difteria e coqueluche, porque a vacina que receberam quando bebês já não os protege mais.

Os adultos têm que se vacinar também. Saiba mais na próxima seção.

O Problema com a coqueluche
Coqueluche (em inglês), mais conhecida como tosse comprida, é a única doença (que pode ser evitada com a vacinação) que está aumentando nos Estados Unidos (em inglês). A maioria das crianças recebem a vacina, mas ela deixa de protegê-las na adolescência. Muitos adolescentes e pais não sabem que as crianças no segundo grau deveriam receber uma nova dose da vacina para protegê-los e aos outros.

Embora os adolescentes e os adultos sofram com a doença, ela é geralmente fatal para os muito novos e muito idosos. Os bebês recebem a vacina em três doses, de maneira que não estão protegidos completamente da doença por vários meses. De acordo com o CDC, 91% das mortes de crianças devido à coqueluche, (de 2001 a 2003) ocorreram em bebês com menos de 6 meses de idade. Os idosos e as pessoas com sistemas imunológicos debilitados também correm risco elevado porque seus sistemas imunológicos são muito fracos.

"O ponto é que idosos e bebês realmente precisam dessa vacina", diz Joyce Allers, enfermeira chefe do Children's Healthcare of Atlanta. "Nós como sociedade temos que proteger nossos membros mais frágeis. Eles [as pessoas cujos filhos não estão com as vacinas em dia] estão saindo com seus filhos em público onde podem estar expondo um avô que se recupera de um câncer ou outra doença potencialmente mortal".

A coqueluche quase sempre não é diagnosticada porque tem os mesmos sintomas de outras doenças respiratórias comuns. Os sintomas incluem uma tosse que pode durar oito semanas ou mais, perda momentânea da consciência, febre baixa e nariz escorrendo.