Tabagismo passivo e danos à saúde

Anualmente morrem nos EUA devido à exposição ao fumo passivo entre
35 a 37 mil indivíduos não tabagistas por Doença Cardíaca e 3 a 5 mil mortes por Câncer de Pulmão. O tabagismo passivo mata atualmente no Reino Unido 12 mil pessoas por ano.

A exposição doméstica a PTA causa pelo menos 3.600 mortes anualmente e no trabalho cerca de 700 mortes por ano. Em curto prazo é responsável por causar irritação nos olhos e nariz, tosse, dores de cabeça. Em adultos ocorre a piora dos sintomas de doenças cardíacas e respiratórias. A criança piora da asma e da bronquite, bem como tem com mais freqüência crises de sinusite, rinite, otite e amigdalite.

A médio e longo prazo a PTA é responsável pela redução da capacidade respiratória levando ao enfisema pulmonar, a bronquite, aumenta o risco de infarto no coração, derrame cerebral e câncer de pulmão. As crianças têm um incremento em 50% na incidência de infecções respiratórias.

A revisão de estudos conduzida em 1992 pela Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (Environmental Protection Agency – EPA), concluiu que a exposição à poluição tabágica ambiental está relacionada com prejuízo do crescimento fetal, baixo peso do bebê ao nascer, fatores esses que aumentam a mortalidade logo após o nascimento, além do aumento no risco para a Síndrome da Morte Súbita na Infância.

Conclusão

Para diminuir os riscos a saúde do próprio fumante, que ao fumar em ambiente fechado, se expõe mais a PTA e também para não comprometer a saúde dos seus semelhantes, seria aconselhável que ao fumar o tabagista optasse por ambientes ao ar livre. Fumar na janela, entrada de portas não diminui os riscos, pois a corrente de ar carrega as partículas tóxicas para o interior do ambiente fechado poluindo-o.