Planos de vantagens e de medicamentos


Imagem cedida por
U.S. Administration on Aging
A Seguridade Social também oferece Advantage Plans (Plano de Vantagens, anteriormente conhecidos como parte C da Seguridade Social ou Escolha Adicional da Seguridade). Recentemente, a Seguridade expandiu para incluir o Plano de Medicamentos ou Medicare Part D (parte D).

Plano de Vantagens
O Plano de Vantagens permitem que o usuário da Seguridade personalize seus planos para que se encaixem melhor dentro de suas necessidades médicas, mas não estão disponíveis em todas as regiões. Alguns desses planos oferecem programas de medicamentos e empresas de assistência médica privadas fornecem uma parte da cobertura desses programas. Os detalhes dependem do programa específico e do paciente estar apto ou não.

Os planos vêm em diferentes formas:

  • Medicare Health Maintenance Organization (HMOs) Plans (Planos de Manutenção da Saúde) - estes planos dão uma ênfase à medicina preventiva. Somente os médicos dentro da rede HMO devem ser consultados. Uma consulta com um especialista requer um encaminhamento de um clínico geral.

  • Medicare Preferred Provider Organization (PPOs) Plans (Planos de Fornecedor Preferido) - os PPOs são semelhantes aos HMOs, com a diferença de que usuários têm a opção de se consultar com um médico que não faz parte da rede se estiverem dispostos a pagar o adicional. Mas um encaminhamento feito por um clínico geral também é necessário para consultas com especialistas.

  • Medicare Special Needs Plans (Planos de Necessidades Especiais) - estes planos são para grupos específicos de pessoas e incluem acesso a médicos especializados na área que cobre suas necessidades. Por exemplo, pessoas com diabetes estão aptas para esse plano.

Plano de Medicamentos
O "Medicare Prescription Drug Plan" (Plano de Medicamentos) foi criado para auxiliar nos pagamentos de medicamentos receitados por médicos. Uma empresa de seguros privada administra cada plano (existem mais de 20), embora tenha a obrigatoriedade de seguir as orientações da Seguridade. Os planos têm custos variáveis e conjuntos de fórmulas (a lista de drogas cobertas pelo plano). Qualquer pessoa que queira se inscrever para cobertura no Plano de Medicamentos deve comparar os planos e descobrir qual cobre os medicamentos de que necessita ou que vai precisar no futuro. É possível mudar os planos durante o período de abertura de inscrições ao fim de cada ano civil.

Embora as mensalidades variem de acordo com os diferentes planos, a Seguridade estima uma média de U$ 32 por mês. Há uma franquia de U$ 250, o que significa que os primeiros U$ 250 que você gastar com medicamentos receitados no ano não serão cobertos. A Seguridade irá pagar 75% de qualquer medicamento que você comprar, de U$ 250 a U$ 2.250. Depois disso, os próximos U$ 2.850 que você gastar com medicamentos não vão ser cobertos, você terá de arcar com 100% dos gastos. Se você atingir este ponto, terá gasto U$ 3.600 em remédios. Aí a Seguridade entra em ação novamente, pagando 95% dos seus gastos com medicamentos pelo resto do ano.

Qualquer pessoa apta ou já inscrita na Seguridade Social pode fazer a matrícula em um plano de medicamentos entre 15 de novembro de 2005 e 15 de maio de 2006. Para cada mês em que não fizer a matrícula em um plano de medicamentos já estando apto, vai receber uma multa permanente de 1% da sua mensalidade para cada mês em que não efetuou a matrícula. Esta multa não se aplica a quem tiver cobertura de planos de medicamentos através do emprego ou do(a) esposo(a). Mais informações sobre os planos diferentes estão disponíveis em Medicare.gov (em inglês).

Na próxima seção, vamos descobrir como fazer a inscrição na Seguridade.

Cartões de desconto em medicamentos
Quando o Congresso aprovou a lei que criou a Parte D, eles queriam fazer algo para ajudar os idosos a pagar pelos medicamentos antes da lei entrar em vigor em 2006. Eles criaram os Cartões de Desconto em Medicamentos. Havia 73 cartões diferentes entre os quais escolher, cada um com diferentes planos e listas de medicamentos. Os cartões foram emitidos por diferentes empresas privadas ou HMOs e eram válidos em diferentes partes do país, o que criava uma decisão confusa para os beneficiários da Seguridade. Os cartões custavam menos de U$30 e forneciam descontos de 10 a 25% [Ref. (em inglês)]. Foi possível usar o cartão até 15 de maio de 2006 ou até que fosse feita a inscrição no plano da Parte D.