![]() Foto cedida Especialistas em reprodução da Georgia "vulo fecundado |
O progresso no último método foi anunciado pelos pesquisadores da Universidade de Massachusetts, em 2005. Sua idéia é imobilizar as caudas que permitem ao espermatozóides nadar até o óvulo e fecundá-lo. Quando os espermatozóides se formam nos testículos, eles têm caudas, mas ainda não podem movimentá-las. Não até os espermatozóides passarem pelo epididimo (o longo tubo espiral que conecta os testículos com o canal deferente), sendo capazes de nadar. Os pesquisadores descobriram que uma proteína, chamada Cs, "ativa" as caudas dos espermatozóides na jornada através do epididimo.
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A idéia é usar um mensageiro bioquímico para bloquear esta proteína, deixando o espermatozóide incapaz de nadar, mas por outro lado saudável. Os estudos realizados em animais até agora são promissores. E diferente dos contraceptivos hormonais, esta técnica parece ter menos risco de efeitos colaterais. Agora os pesquisadores precisam encontrar o mensageiro correto para realizar esta tarefa nos homens.
Uma outra forma de contraceptivo masculino se concentra no sistema imunológico. Uma proteína chamada epina, que é produzida nos testículos e epididimo, facilita a maturação do espermatozóide. Os cientistas da Universidade de Washington, são capazes de imunizar macacos com epina. Os macacos que desenvolveram uma resposta de imunidade à epina, se tornaram infertéis e quando pararam de receber a injeções, recuperaram a fertilidade.
Os pesquisadores também estão procurando drogas que interrompam a produção de espermatozóides como um efeito colateral não-intencional, por exemplo, a medicação de lonidamina para o câncer. Embora a lonidamina seja um risco porque pode ter efeitos colaterais tóxicos no fígado e rins, há drogas similares que parecem ser mais promissoras.