![]() |
|||
| métodos contraceptivos | |||
A taxa de fecundidade mede o número de filhos por mulher. Na década de 50 a taxa era de 6,2 filhos por mulher na faixa dos 15-49 anos. Na década de 70 essa taxa caiu para 5,8 por mulher e na década de 80 caiu mais ainda - 4,2 filhos por mulher. Entre 1980 e 1990 esse número caiu para 3 filhos por mulher, e em 2008, os dados da Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde referentes a 2006 mostraram uma fecundidade de 1,8 filhos por mulher. Ou seja, o que países como a Inglaterra fizeram em um período de 100 anos, o Brasil fez em muito menos tempo. Os métodos contraceptivos com certeza desempenharam um papel nesse quadro. Quais são os métodos contraceptivos mais utilizados por aqui?
No Brasil, vários métodos anticoncepcionais são indicados pelo Ministério da Saúde: anticoncepcionais hormonais de uso oral ou injetáveis, dispositivo intra-uterino (DIU), métodos de barreira, como camisinha, diafragma e espermicida, e por último os métodos cirúrgicos. Embora todos esses métodos estejam indicados, os mais usados são a pílula, nome popular do contraceptivo hormonal de uso oral, a camisinha e a laqueadura.
![]() crédito: Anton Zhukov © istockphoto.com |
A Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde (PNDS) publicada em julho de 2008 mostra que 29% das mulheres com companheiro estão esterilizadas (laqueadura) e 21% utilizam pílula. Para 12% o contraceptivo é a camisinha masculina, e 5% declaram que o companheiro fez vasectomia. Mais de 80% das mulheres usam algum método contraceptivo, valores mais elevados que o de muitos outros países.
Nas próximas páginas fique por dentro de cada um dos métodos contraceptivos mais utilizados e conheça as vantagens e desvantagens de cada um deles.