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O Levitra está disponível em doses de 2,5 mg, 5 mg, 10 mg e 20 mg e pode ser tomado diariamente. A dose inicial padrão é de 10 mg. O Levitra deve ser tomado por volta de uma hora antes da atividade sexual, mas já foi provado que pode surtir efeito em menos tempo. Seu efeito dura até quatro horas. O Levitra pode ser tomado com ou sem alimentos, mas alimentos gordurosos podem retardar sua absorção. Os efeitos do álcool sobre a absorção são desconhecidos.
Já o Cialis está disponível em doses de 5 mg, 10 mg e 20 mg e pode ser tomado todos os dias. A dose inicial padrão é de 10 mg. Ele geralmente requer duas horas após a ingestão para surtir efeito, mas em alguns homens ele demonstrou surtir efeito em apenas 30 minutos. Seu efeito dura até 36 horas. A absorção do Cialis não é afetada pelos alimentos. Contudo, o excesso de álcool (a ponto de intoxicar) pode aumentar a tontura ou diminuir a pressão arterial.
Seu médico irá determinar qual dose de Viagra, Levitra ou Cialis é a correta para você e pode ajustar sua dosagem dependendo da sua resposta ao medicamento e dos efeitos colaterais apresentados. Se estiver tomando certos medicamentos, tais como inibidores de protease, ou se tiver um histórico de problemas do fígado, rins ou próstata, seu médico pode receitar uma dose menor de Viagra, Levitra ou Cialis e talvez você não possa tomá-los diariamente. Nenhum destes medicamentos deve ser tomado mais do que uma vez por dia.
A importância de se consultar um médico
A disfunção erétil é um problema médico que costuma ser associado a uma grande variedade de doenças. Na verdade, problemas de ereção podem ser o primeiro sinal de doenças específicas, algumas das quais nos colocam em risco de vida. Por exemplo, cerca de 1% de todos os homens que buscam uma avaliação de problemas de ereção possuem aneurisma aórtico abdominal, que é o enfraquecimento e a dilatação da parede da nossa principal artéria (a aorta) no abdome. A hemorragia após o rompimento desta artéria leva à morte em aproximadamente 50% dos casos. Além disso, muitos homens que sobrevivem a uma ruptura apresentam efeitos colaterais significativos, como insuficiência renal.
Mas é claro que o aneurisma da aorta abdominal afeta poucos homens com disfunção erétil. No entanto, há muitas outras doenças importantes que causam a disfunção erétil e elas não são diagnosticadas a menos que você consulte um médico. Por exemplo, um estudo da St. Louis University descobriu que 25% dos homens com disfunção erétil causada por problemas vasculares tiveram um infarto ou derrame nos últimos cinco anos. Alguns outros problemas normalmente associados com a disfunção incluem diabetes, insuficiência renal, doença cardíaca, doença vascular, esclerose múltipla e problema no disco intervertebral das vértebras da coluna lombar.
Somente um médico que obtenha um histórico médico, realize o exame físico apropriado e peça os exames indicados pode determinar se você realmente tem um problema de disfunção erétil. Somente um médico pode receitar Viagra, Levitra e Cialis caso tenha determinado que você se beneficiará com estes medicamentos.
A experiência prática do médico com Viagra, Levitra e Cialis é essencial. Médicos que têm centenas de pacientes usando estes medicamentos vão aprender as sutilezas que vão otimizar os resultados desejados e minimizar os efeitos colaterais. Além disso, a melhor dosagem é algo que o paciente deve decidir junto com o médico. E felizmente, não responder a um medicamento nem sempre significa que você não terá uma resposta positiva a um outro medicamento oral aprovado para uso.
Por último, não há dados suficientes sobre o uso de Viagra, Levitra e Cialis em homens que não têm disfunção erétil. Não se sabe ao certo quais podem ser os efeitos colaterais nesta população. Mais importante, há muita preocupação quanto à possibilidade de indução ao priapismo (uma ereção prolongada que pode causar danos irreversíveis ao tecido erétil) em homens normais. Homens que não têm disfunção erétil não devem usar esses medicamentos sob nenhuma circunstância, mesmo se um amigo ou conhecido lhe oferecer uma pílula para que experimente "só por curtição". E mais, já que os efeitos a longo prazo desses medicamentos (cinco anos ou mais) são desconhecidos, deve-se ter cuidado no seu uso.
Problemas com a assistência médica
A cobertura dos planos de saúde para disfunção erétil é bastante incompleta e há variações enormes nas coberturas fornecidas pelas diferentes empresas. Se seu médico disser que você pode ser um candidato ao uso de Viagra, Levitra ou Cialis, entre em contato com seu plano de saúde para descobrir se o remédio está incluído na sua cobertura ou não. Se estiver, descubra quais são as restrições, se houver. Algumas empresas de assistência médica, por exemplo, podem cobrir apenas um número específico de pílulas por mês. (Algumas não permitem mais do que seis por mês. Isso pode ser mais do que o suficiente para homens de 65 anos de idade com problemas de ereção, mas para homens de 30 com dificuldades significativas de ereção, esta quantidade é inaceitável.) A maneira exata como os planos de saúde vão chegar a uma cobertura justa para o uso destes medicamentos ainda é uma incógnita.
Pergunte também se o plano de saúde exige documentação da disfunção erétil. Certos planos de saúde estão exigindo exames básicos que provem a disfunção, pois alguns médicos estão simplesmente receitando os remédios pelo telefone. Outras empresas confiam em uma carta do médico atestando a realidade do problema.
Muitas pessoas sentem que remédios como o Viagra são apenas os primeiros de muitos medicamentos que podem melhorar os problemas relativos à qualidade de vida. A dúvida está no ar e o debate continua sobre se os planos de saúde foram criados para este propósito.
Novos medicamentos sobre a disfunção erétil estão sendo desenvolvidos a cada ano. Na próxima seção, vamos examinar alguns desses novos tratamentos.
Estas informações são apenas para fins ilustrativos. ELAS NÃO DEVEM SER LEVADAS EM CONSIDERAÇÃO COMO CONSELHOS MÉDICOS. Nem os Editores do Consumer Guide (R), Publications International, Ltd., o autor ou a editora assumem responsabilidade por quaisquer conseqüências de qualquer tratamento, procedimento, exercícios, alteração de dieta, ação ou aplicação de medicamentos utilizados decorrentes da leitura ou instruções contidas neste artigo. A publicação destas informações não constitui a prática de medicina e não substituem o conselho de seu médico ou outro profissional da saúde. Antes de se submeter a qualquer tratamento, o leitor deve procurar o aconselhamento de seu médico ou outro profissional da área de saúde.