Medicamentos para a disfunção erétil

Por décadas, os médicos e cientistas têm procurado o "Santo Graal" para o controle da disfunção erétil. Muitas terapias diferentes vêm sendo usadas atualmente para ajudar homens com esse problema. Mas algumas dessas terapias, embora eficazes, são um tanto quanto invasivas, mecânicas e interferem na espontaneidade da relação sexual, o que as torna inaceitáveis para muitos homens. Na verdade, alguns estudos sobre homens que receberam vários tratamentos relatam uma taxa de desistência de mais de 50%. Nos últimos dez anos, pesquisas têm sido feitas sobre uma variedade de medicamentos, remédios fitoterápicos e vitaminas que buscam um tratamento melhor para a disfunção erétil. Se você é um dos muitos homens que lutam contra ela, pode estar se perguntando como, exatamente, esses medicamentos funcionam, se são seguros e quais as precauções necessárias. Neste artigo, vamos responder todas as suas perguntas sobre os medicamentos para a disfunção erétil, inclusive:

  • Viagra, Levitra e Cialis

    Nesta seção, vamos apresentá-lo aos três principais medicamentos para o tratamento da disfunção erétil: Viagra, Levitra e Cialis. Vamos explicar exatamente como essas pílulas funcionam e quais as substâncias químicas que as compõem. Basicamente, as três pílulas funcionam de maneira semelhante. Elas bloqueiam a produção de uma enzima que quebra o composto o principal responsável por uma ereção, e, finalmente vamos dar uma olhada em alguns estudos feitos sobre a eficácia dos medicamentos para a disfunção erétil atualmente no mercado.
     

  • Cuidados com os medicamentos para  disfunção erétil

    Assim como acontece com qualquer droga, pode haver complicações quando tomamos medicamentos para  disfunção erétil. Primeiro, vamos falar sobre os possíveis efeitos colaterais desses medicamentos, como dores de cabeça e tontura. Depois, falaremos sobre as pessoas que não se beneficiam com esses medicamentos e das que têm muitos efeitos colaterais. Em seguida, vamos explorar o problema do mercado negro associado a esses medicamentos. Finalmente, vamos descrever os perigos de distribuir seus medicamentos para pessoas sem receita médica.
     

  • O uso correto dos medicamentos para a disfunção erétil

    Sempre que começar um tratamento com um novo medicamento, é extremamente importante falar com o seu médico sobre todos os efeitos colaterais e possíveis complicações. Nesta seção, vamos dar uma olhada nas decisões que seu médico pode tomar quanto à dosagem e modo de ingerir a pílula. Também vamos ver alguns dos problemas médicos mais graves associados à disfunção erétil sobre os quais você e seu médico terão de refletir. Por último, exploraremos a difícil questão das coberturas dos planos de saúde para os tratamentos de disfunção erétil.
     

  • Medicamentos experimentais para a disfunção erétil

    Medicamentos mais novos e possivelmente mais eficazes estão em constante desenvolvimento. Nesta seção, vamos ver o que o futuro reserva aos medicamentos para disfunção erétil. Em particular, vamos nos concentrar na apomorfina, que afeta áreas do cérebro que podem ajudar a manter uma ereção.
     

  • Ajustando-se aos medicamentos para a disfunção erétil

    Curar a disfunção erétil não é tão simples quanto tomar uma pílula e esperar que ela faça efeito. Há muitos outros ajustes que você talvez tenha de fazer antes e depois de escolher seu medicamento. Primeiramente, é importante começar o tratamento para a disfunção erétil com expectativas realistas sobre o que a pílula pode ou não fazer. Também vamos falar sobre o fato de que algumas mulheres podem não estar prontas para uma reinício da vida sexual depois de um longo período de interrupção. No final, vamos dar algumas dicas para revitalizar a sua vida sexual.

Estas informações são apenas para fins ilustrativos. ELAS NÃO DEVEM SER LEVADAS EM CONSIDERAÇÃO COMO CONSELHOS MÉDICOS. Nem os Editores do Consumer Guide (R), Publications International, Ltd., o autor ou a editora assumem responsabilidade por quaisquer conseqüências de qualquer tratamento, procedimento, exercícios, alteração de dieta, ação ou aplicação de medicamentos utilizados decorrentes da leitura ou instruções contidas neste artigo. A publicação destas informações não constitui a prática de medicina e não substituem o conselho de seu médico ou de outro profissional da área de saúde. Antes de se submeter a qualquer tratamento, o leitor deve procurar o aconselhamento de seu médico ou outro profissional da área de saúde.

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