O teste mais comum para a detecção de maconha ou qualquer droga é o radioimunoensaio. Neste teste, a urina é misturada com uma solução que contém um anticorpo específico a certos metabólitos. O anticorpo normalmente é marcado com uma coloração fluorescente ou então uma substância radioativa. A quantidade de luz fluorescente, ou da radioatividade, é medida para determinar a concentração de metabólitos na amostra. Cromatografia gasosa/ espectrometria da massa também podem ser usadas para testar os metabolitos do THC. |
Os que apóiam a legalização da maconha argumentam que os dados não são exatos por testarem apenas as plantas de maconha encontradas em regiões geográficas específicas nas décadas de 60 e 70 e, portanto, não representa a potência global da erva. Órgãos oficiais obtiveram amostras de um tipo de maconha mexicana conhecida pelos seus baixos níveis de THC - 0,4% a 1%. Quando esta é comparada a outros tipos, os coeficientes de potência aparentam ter diminuído nos últimos 30 anos.
Os níveis típicos de THC, que determinam a potência da maconha, variam entre 0,3% e 4%. No entanto, alguns especialistas cultivam plantas que podem conter níveis de THC que atingem os 15%. Diversos fatores estão envolvidos na determinação da potência da planta da maconha, como:
A época em que a planta é colhida afeta seu nível de THC. Além disso, variedades femininas, possuem níveis de THC maiores do que suas equivalentes masculinas. Durante a maturação da cannabis, sua composição química muda. No início do seu desenvolvimento, o ácido canabinol (ou canabinóico) é a substância química que mais prevalece. Depois, este ácido é convertido para canabidiol, que por sua vez, converte-se em THC quando a planta atinge sua maturação floral.
Para determinar os níveis médios de potência da maconha, pesquisadores precisam examinar diversas variedades da planta cannabis que não existiam nas décadas de 60 e 70. Este fato torna suspeitas as comparações dos níveis de THC daquela época com os dias atuais.