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O IMC nem sempre é preciso nos resultados fornecidos para idosos, que já perderam muita massa muscular e óssea, fazendo com que possam estar acima do peso mesmo que seu IMC diga que estão dentro da faixa normal. E o IMC também pode apresentar diferenças para os distintos grupos étnicos, por exemplo, os asiáticos podem começam a correr risco de ter problemas de saúde com um IMC menor do que os europeus.
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Muitos especialistas em saúde dizem que a porcentagem de gordura corpórea é um indicador melhor da situação do peso do que o IMC. Mas a gordura corporal nem sempre é tão fácil, ou tão barata, de ser medida. Testes como medidas de dobras cutâneas (nos quais o técnico pinça uma dobra da pele para medir a camada de gordura subcutânea sob ela), absormetria radiológica de dupla energia (DEXA, que mede a densidade óssea) ou impedância bioelétrica (que mede a oposição a um fluxo de corrente elétrica através do corpo, a impedância é baixa em tecido magro e alta em tecido gorduroso) são mais precisos, mas devem ser feitas somente por profissionais médicos treinados.
A seguir, vamos aprender sobre a história do IMC.