Inicialmente, após a instalação, o bebê em desenvolvimento é chamado de embrião. Por volta da nona semana de desenvolvimento, ele é chamado de feto. O bebê em desenvolvimento é envolto e protegido pela bolsa amniótica cheia de fluido e recebe alimentação e oxigênio, além de eliminar resíduos por meio do cordão umbilical e da placenta.
Agora que você sabe como uma gestação única (único bebê) é originada, vamos dar uma olhada em como se formam os gêmeos.
Há dois tipos básicos de gêmeos: os monozigóticos (também chamados de "idênticos") e os dizigóticos (também chamados de "fraternos").
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Não há dúvida de que os gêmeos idênticos têm mais destaque e são reconhecidos com mais facilidade. Eles não são, entretanto, o tipo predominante de gêmeos. Na verdade, você pode se surpreender ao descobrir que dois terços de todos os gêmeos são dizigóticos. Os gêmeos dizigóticos se formam quando dois espermatozóides fertilizam óvulos diferentes. Nesse caso, em vez de liberar um óvulo durante a ovulação, a mãe libera dois. Em nascimentos de mais bebês, houve a liberação de mais óvulos. Por exemplo, em trigêmeos trizigóticos, três óvulos foram fertilizados por três espermatozóides.
Os gêmeos dizigóticos, ou fraternos, podem se apresentar em uma das três combinações:
A fertilização de dois óvulos por dois espermatozóides resulta em dois embriões separados, cada um deles com seu próprio córion (membrana externa da bolsa amniótica), âmnion (membrana interna da bolsa amniótica) e placenta. Em alguns casos, se os embriões se fixarem muito próximos um dos outros na parede uterina, as placentas podem se fundir.
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Como são formados a partir de dois óvulos e dois espermatozóides distintos, os gêmeos dizigóticos geneticamente são tão parecidos quanto os irmãos comuns, compartilhando 50% de seu DNA.