
Transferência intrafalopiana de gameta (GIFT)
Esse método é muito parecido à FIV, mas o processo de fertilização ocorre nas trompas da mulher. As desvantagens são que o método requer cirurgia de laparoscopia e a fertilização não pode ser confirmada visualmente como acontece na FIV. Mulheres com trompas lesadas não podem utilizar a GIFT, então elas geralmente optam pela FIV. A GIFT está entre cerca de 2% de todos os procedimentos de TRA dos Estados Unidos. [fonte: Associação Americana de Medicina Reprodutiva].
Transferência intrafalopiana de zigoto (ZIFT)
Procedimentos de ZIFT compõem 1% de todos os casos de TRA dos Estados Unidos [fonte: ASRM]. A fertilização acontece no laboratório e o embrião é transferido para a trompa de falópio (e não para o útero) usando-se a laparoscopia.
Embora nem a GIFT nem a ZIFT sejam tão bem-sucedidas como a FIV, elas podem ser as opções para mulheres que já tentaram outros métodos, mas cujos problemas de infertilidade ainda não foram considerados graves. Os casais podem tentar a GIFT e a ZIFT após seis ciclos de inseminação intra-uterina sem sucesso. Uma vantagem da GIFT é que o embrião não é desenvolvido em laboratório. Isso elimina o dilema moral de ter que escolher quantos embriões serão transferidos e quantos serão destruídos. Mas a ZIFT possui um sucesso maior porque o óvulo é fertilizado antes de ser colocado na trompa de falópio.
Injeção intracitoplásmica de espermatozóide (IICE)
A IICE é um tratamento associativo utilizado em mais de 40% de todos os procedimentos de TRA [fonte: ASRM]. A utilização da IICE é indicada quando se espera que as taxas de fertilização sejam mais baixas do que o normal, geralmente devido a problemas com o espermatozóide. A IICE é um técnica de micro manipulação. Os médicos injetam um único espermatozóide dentro do óvulo para assegurar a fertilização.
Criopreservação de embrião
Esse processo envolve o congelamento de embriões para utilização futura na FIV. Embriões congelados podem ser mantidos durante muitos anos, o que permite aos casais pularem etapas em ciclos futuros, poupando dinheiro e reduzindo os procedimentos invasivos.
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