A maior quantidade de casos de transmissão da febre amarela no Brasil, ocorre em regiões de cerrado. Porém, em todas as regiões (zonas rurais, regiões de cerrado, florestas) existem áreas endêmicas de transmissão das infecções. Estas principalmente ocasionadas pelos mosquitos do gênero Haemagogus, e pela manutenção do ciclo dos vírus através da infecção de macacos e da transmissão transovariana no próprio mosquito.

A última grande epidemia de febre amarela urbana no Brasil ocorreu em 1929, na cidade do Rio de Janeiro. Os últimos casos urbanos ocorreram no município de Sena Madureira, no Acre, em 1942. Mesmo com a disseminação do Aedes aegypti por mais de 3600 municípios brasileiros não foram registrados no Brasil novos casos de febre amarela.
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