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A experiência foi feita com 21 participantes que desenvolveram TEPT crônico e resistente a tratamentos, que passaram por situações relacionadas a crimes ou guerra. Foram duas sessões em que receberam uma dose de MDMA (metilenodioximetanfetamina, o nome químico do ecstasy) ou um placebo. Assim que a sessão de psicoterapia começava, aqueles que receberam o MDMA tomavam uma dose de 125 miligramas, o que é geralmente a dose que um usuário recreativo toma em um clube. Duas horas e meia depois, eles recebiam metade dessa dose novamente, para assegurar que os efeitos continuassem. O grupo que tomou o placebo recebeu pílulas de açúcar ao mesmo tempo, e os dois grupos tiveram cerca de oito horas de psicoterapia no total.
Dois meses após o tratamento, menos de 17% das pessoas que receberam o MDMA continuaram com o diagnóstico de TEPT, contra 75% das pessoas que receberam o placebo. "Nossos resultados são encorajadores, e não tivemos nenhum problema significativo de segurança", disseram os responsáveis pelo experimento.
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