Introdução a Como funciona a disfunção erétil
A disfunção erétil - mais conhecida como impotência - atinge entre 15 e 30 milhões de americanos, e mais de 140 milhões de homens no mundo todo. Estima-se que, no passado, apenas 10% dos homens com disfunção erétil (DE) buscavam tratamento; a grande maioria simplesmente convivia com o problema, guardando silêncio por medo, constrangimento e a crença errônea de que não havia muito o que fazer para ajudar. Hoje, porém, aproximadamente 60% dos homens com o problema buscam tratamento. Mas os que não procuram enfrentam problemas nos relacionamentos e queda de auto-estima. É uma pena porque a disfunção erétil, além de comum, é tratável.
Neste artigo, analisaremos todas as facetas da disfunção erétil nas seguintes seções:
- O que é disfunção erétil?
A maioria das pessoas sabe reconhecer a disfunção erétil, mas poucas entendem a sua causa. Antes que você identifique se sofre de disfunção erétil e procure opções de tratamento, é preciso entender primeiro o que é a disfunção erétil. Nesta página, analisaremos a mecânica de uma ereção e veremos exatamente o que pode dar errado, seja a causa física ou psicológica.
- Causas da disfunção erétil
A disfunção erétil tem duas causas principais. A primeira é um problema clínico preexistente. Por exemplo, muitas doenças cardiovasculares reduzem o fluxo sangüíneo peniano e, conseqüentemente, a capacidade de ereção. Além disso, muitos medicamentos podem influenciar o desejo sexual e causar DE. Finalmente, o tabagismo também pode causar DE. Outra causa comum de disfunção erétil são problemas psicológicos, como estresse excessivo ou depressão. Também explicaremos como a DE pode causar um "círculo vicioso" mental de insegurança e frustração.
- O diagnóstico da disfunção erétil
Nesta seção, mostraremos como a elaboração de uma história médica detalhada é o primeiro passo importante que se deve tomar para diagnosticar qualquer disfunção clínica e quais as perguntas relevantes que precisam ser respondidas. Além disso, falaremos sobre o tipo de exame psicológico ou físico que você poderá fazer. Finalmente, explicaremos os diversos testes para a disfunção erétil.
- Em busca de ajuda para a disfunção erétil
A primeira ida ao consultório médico em busca de tratamento para a disfunção erétil pode ser estressante para alguns pacientes. Explicaremos que tipo de médico consultar e o que você deverá levar para a primeira consulta. Além disso, analisaremos os prós e os contras de ir à consulta sozinho ou com alguém. Finalmente, daremos uma lista de considerações gerais que se deve ter em mente durante o tratamento.
- Tratamentos não invasivos para a disfunção erétil
Dos muitos tratamentos para disfunção erétil, os preferidos são os clínicos ou não invasivos. A cirurgia, sobretudo em uma região tão sensível, pode ser uma perspectiva perturbadora para alguns pacientes. Nesta página, analisaremos os diversos tratamentos, entre os quais acompanhamento psicológico, aumento do tônus muscular, medicamentos por via oral - como "Viagra" ou "Cialis", suplementos hormonais, dispositivos a vácuo e terapia com injeções. Com todas essas informações, você poderá escolher o tratamento certo.
- Tratamentos cirúrgicos para a disfunção erétil
Finalmente, comentaremos sobre os tratamentos cirúrgicos para a disfunção erétil. Embora a maioria das pessoas costume evitar a cirurgia a todo custo, às vezes não há outra opção. Primeiro, falaremos sobre comprimidos para inserção na uretra, que é uma pílula inserida na ponta do pênis. A seguir, falaremos da cirurgia venosa e arterial, que engloba a reconstrução de artérias para melhorar o fluxo sangüíneo no pênis. Por fim, discutiremos o que muitos consideram ser a última alternativa, os implantes penianos. Como o nome sugere, essa cirurgia diz respeito à inserção de um dispositivo no pênis.
Esses dados são apenas informativos. ELES NÃO TÊM O OBJETIVO DE PROPORCIONAR ORIENTAÇÃO MÉDICA. Nem os editores de Consumer Guide (R), Publications International, Ltd., nem o autor e nem a editora se responsabilizam por quaisquer conseqüências possíveis oriundas de qualquer tratamento, procedimento, exercício, modificação alimentar, ação ou aplicação de medicação resultante da leitura ou aplicação das informações aqui contidas. A publicação dessas informações não constitui prática de medicina, e elas não substituem a orientação de seu médico ou de outros profissionais da área médica. Antes de adotar qualquer curso de tratamento, o leitor deve pedir orientação ao seu médico ou a outro profissional da área médica.