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Stephanie Watson - traduzido por HowStuffWorks Brasil
Lidando com o problema: prisões
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O crack, assim como a maior parte das drogas com exceção do álcool, é ilegal. A Lei Harrison contra narcóticos, de 1914, baniu o uso da cocaína com fins não-médicos e proibiu sua importação para os Estados Unidos. Com a Lei de Substâncias Controladas, de 1970, o Congresso Americano classificou a cocaína como uma substância de
Classe II, o que significa que é altamente viciante. A classificação estipulou que a cocaína poderia ser utilizada legalmente apenas como anestésico em determinadas cirurgias, e ela ainda é utilizada dessa forma atualmente.
 Imagem cedida pelo FBI.gov
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As penas para o uso e a venda de cocaína são rigorosas. Em 2002, o DEA prendeu 4.400 pessoas por crimes relacionados ao crack. O crack foi responsável por 15% das prisões realizadas naquele ano. Quase 83% dos presos eram negros, 9% eram hispânicos e 7% eram brancos.
As penas e o tempo de prisão para quem utiliza e vende crack são mais duras do que para as outras drogas. A pena para prisões relacionadas ao crack é em média 9 anos mais longa que outras sentenças por drogas. Um vendedor que comercializa 5g de crack pode ficar até 20 anos na cadeia. Vender 50g ou mais pode resultar em prisão perpétua.
Enquanto a polícia local prende os usuários e traficantes de droga, o governo federal tenta impedir que ela chegue ao país. Em 2002, oficiais das alfândegas apreenderam cerca de 77.560kg de cocaína com contrabandistas que tentavam passar pelas fronteiras.