![]() Imagem cedida por U.S. Drug Enforcement Administration O crack (esquerda) custa menos que a cocaína em pó (direita) |
O baixo custo do crack ajuda a explicar seu desenfreado avanço nas áreas urbanas mais pobres. Grande parte dos usuários de crack são americanos negros entre 18 e 30 anos que vivem em más condições socioeconômicas.
O crack não é um problema somente entre os adultos. Um estudo de 2003 da Universidade de Michigan, chamado Monitorando o Futuro, descobriu que cerca de 4% dos alunos do terceiro ano do ensino médio e 2,5% dos alunos do ensino fundamental disseram que já tinham usado crack pelo menos uma vez.
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O vício do crack está custando caro para a saúde nos EUA. Em 2002, os pronto-socorros relataram mais de 42 mil casos relacionados ao crack. Esse número caiu, pois em 2001 foram 49 mil casos, mas é bem superior aos 34 mil relatados em 1995.
O crack está mais associado à prostituição, crimes violentos e gangues do que qualquer outra droga.
Nas próximas seções, descobriremos de que maneira o governo está lidando com o problema.