Aqui está uma lista dos prefixos comuns e seus significados:
Seu médico pode ajudar a descobrir se você possui câncer fazendo um histórico detalhado, exame físico, estudos de imagem e exames laboratoriais. Ele fará perguntas sobre sua saúde geral, medicamentos que você toma, seu histórico familiar e seu histórico de trabalho (exposição ambiental aos carcinogênios, etc.). Perguntará também se você possui algum sintoma que possa levar a um diagnóstico de câncer, como fadiga, perda de peso sem motivo, suores noturnos, tosse, sangue no vômito, na urina ou após a evacuação, além de dor persistente.
O médico fará também um exame físico completo, com atenção especial aos nódulos linfáticos (no pescoço, embaixo dos braços, etc.), pele, pulmões, seios, genitais e próstata (nos homens). Crescimentos suspeitos que possam ser tumores em potencial são geralmente removidos (utilizando uma biópsia excisional ou incisional) ou fragmentados (utilizando uma agulha fina para a biópsia por aspiração) e enviados a um laboratório para serem identificados. Uma biópsia também pode ser obtida com o auxílio de um procedimento conhecido como endoscopia, onde uma pequena câmera é utilizada para visualizar uma lesão suspeita. Exames de sangue podem ajudar a determinar a extensão ou estágio de determinados cânceres e outras descobertas anormais correlacionadas. Diagnósticos por imagens como raios-x, tomografias, mapeamento ósseo ou ultrassom podem geralmente determinar a localização e outras características de um tumor.
A Sociedade Americana do Câncer recomenda triagens para determinados tipos de câncer. O câncer de mama deve ser testado através do auto-exame, todos os meses, pelas mulheres com mais de 18 anos. O exame das mamas pelo médico deve ser realizado a cada três anos para as mulheres entre 18 e 40 anos, depois todos os anos após os 40 anos. Deve ser realizada uma mamografia entre os 35 e 40 anos como uma linha de base, depois a cada 1 ou 2 anos entre os 40 a 49 anos e então anualmente após os 50 anos. As mulheres também devem realizar um exame Papanicolau para a triagem de câncer cervical todos os anos entre os 18 e os 65 anos. Uma avaliação da pelve para verificar o câncer cervical, uterino e ovariano deve ser realizada a cada 1 a 3 anos entre as idades de 18 a 40 anos e depois anualmente. Entretanto, esses prazos são discutíveis. A US Task Force e a Caradian Task Force tem uma postura mais crítica recomendando a mamografia anual somente nas mulheres de 50 a 70 anos e o Papanicolau a cada 2-3 anos a partir dos 18 anos com exame prévio normal.
Para os homens, os exames de câncer da próstata devem ser realizados anualmente após os 50 anos de idade (45 para os indivíduos em alto risco), que incluem exame retal e um exame de sangue para o antígeno específico da próstata (PSA). O exame para detectar o câncer retal e de cólon deve ser realizado através de um exame retal anualmente após os 40 anos de idade, com exame de fezes anuais após os 50 anos de idade e com sigmoidoscopia a cada 3 a 5 anos após os 50 anos de idade. Esses prazos também são contestados pela US e Canadian Task Force. Elas são a dosagem do PSA no rastremento do câncer de próstata.
Tratamento
O câncer é tratado de diversas maneiras, dependendo do tamanho do tumor, sua localização, do tipo e de uma quantidade de outros fatores. Três maneiras comuns de tratar o câncer incluem:
A cirurgia é o método mais antigo para tratar o câncer. Se o tumor for localizado ele pode ser removido cirurgicamente. Geralmente, uma borda de tecido saudável ao redor do tumor também é retirada para garantir que todas as células malignas foram removidas. A cirurgia é comumente utilizada para o câncer de mama, de cólon, de boca, de cabeça e pescoço, dos rins, dos testículos e de outras partes do corpo. A cirurgia também pode ser utilizada para remover tecido que pode se tornar canceroso se não for tratado (pré-canceroso) e também para aliviar os sintomas causados pelo câncer. A cirurgia é geralmente combinada com a quimioterapia e/ou radiação para melhorar os resultados.
A terapia com radiação, também conhecida como radioterapia, terapia de raios-x, cobaltoterapia ou irradiação, é útil para combater o câncer porque destrói as células cancerígenas mais facilmente que as células saudáveis. A radioterapia é comumente administrada com um feixe externo de raios-x, gama ou partículas alfa e beta, direcionadas ao tumor. Implantes ou fios radioativos também podem ser usados internamente se forem colocados em minúsculos containeres e depois implantados no corpo, próximo ao tumor. Em alguns casos, utiliza-se a radiação interna e externa.
A terapia de radiação é utilizada para o linfoma de Hodgkin inicial, determinados cânceres do pulmão, próstata, bexiga e outros tumores. A terapia de radiação é comumente utilizada em conjunto a outras terapias, incluindo cirurgia e quimioterapia. Por exemplo, a terapia de radiação pode diminuir um tumor para facilitar a cirurgia ou pode ser utilizada como um adjuvante após a cirurgia, para evitar que o tumor se forme novamente. Em alguns casos, a terapia de radiação é utilizada sozinha, especialmente quando o tumor é muito suscetível à radiação ou quando a cirurgia na área é muito arriscada. A radiação pode ser utilizada para diminuir um tumor e fornecer alívio dos sintomas associados, mesmo quando a cura é pouco provável.
Quimioterapia
A quimioterapia ou terapia com medicamentos é utilizada para matar as células cancerosas, enquanto tenta limitar os danos às células normais. A quimioterapia é útil no combate ao câncer que se espalhou para outras partes do corpo e não pode ser facilmente detectado ou tratado com cirurgia ou terapia de radiação. Dos quase 50 medicamentos anticâncer, alguns podem ser utilizados sozinhos ou em combinação com outros medicamentos anticâncer. A quimioterapia obteve sucesso no tratamento da leucemia aguda, linfoma de Hodgkin's e maligno, câncer de pulmão de pequenas células, câncer de bexiga e testicular e outras formas de câncer. A quimioterapia pode curar o câncer em alguns casos, ou pelo menos limitar o seu avanço e ajudar a aliviar os sintomas. A quimioterapia pode ser utilizada em combinação com a cirurgia e/ou radiação, geralmente com resultados melhores.
Efeitos colaterais
Os efeitos colaterais do tratamento contra o câncer podem variar muito de pessoa para pessoa e também dependem de qual tipo de terapia é utilizado. Os mais comuns incluem: náusea e vômito, perda de cabelo, fadiga, aumento nas chances de ocorrerem sangramento ou infecção e anemia. Alguns efeitos colaterais potenciais da radiação incluem perda de apetite, alterações na pele e fadiga. Os efeitos colaterais da cirurgia contra o câncer são semelhantes a de outros tipos de cirurgia e incluem dor durante a recuperação, náuseas temporárias por causa dos medicamentos utilizados durante a anestesia e o potencial para sangramentos ou infecção após o término da cirurgia. Seu médico e equipe são as melhores pessoas para aconselhar você sobre quais efeitos colaterais você pode esperar e como administrá-los da melhor forma possível. Existem medicamentos, dicas nutricionais e outras formas disponíveis para diminuir muito o impacto dos efeitos colaterais do tratamento contra o câncer.
As boas notícias
De acordo com alguns estudos, aproximadamente duas em três pessoas podem evitar o câncer ao não fumar e ao ingerir uma dieta saudável, que limita alimentos ricos em gordura e inclui porções generosas de frutas e vegetais. Outros hábitos que desencorajam o câncer incluem:
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