Uma bomba de insulina é um pequeno computador movido a bateria, com mais ou menos o tamanho de um pager. Este é um grande aprimoramento sobre os modelos originais introduzidos nos anos 70, que eram carregados nas costas como a mochila que George Jetson poderia usar para voar pelo universo. O computador é acoplado a um tubo flexível com um cateter na ponta. O computador contém um reservatório de insulina e fica preso no cinto cinto, na cintura ou em alguma parte da roupa do paciente.

Usando uma agulha de inserção, você coloca o cateter bem em baixo da pele, normalmente no abdome. O processo é similar ao ato de você mesmo aplicar uma injeção padrão de insulina, mas com uma grande exceção: uma vez inserido o cateter, ele pode permanecer no local durante dois ou três dias antes de precisar ser substituído e o local da aplicação alterado. E você sabe o que isso significa: menos picadas de agulha.

Bombas de insulina fornecem uma dose regular do hormônio ao longo do dia.
2007 Publications International, Ltda.
Bombas de insulina fornecem uma dose regular do
hormônio ao longo do dia

Com base em quanto de insulina você precisa e o tipo de insulina que você usa, você programa o computador para fornecer uma dose regular do hormônio ao longo do dia. Entretanto, você pode ativar manualmente o programa de computador pressionando um botão e dar a você mesmo pequenas doses estimulantes (chamadas de bolus de insulina) quando for necessário; antes de comer, por exemplo. E até após a refeição, caso você não tenha planejado comer sobremesa, mas sua força de vontade foi para o espaço quando o garçom pronunciou as palavras "bolo de chocolate". É fácil o suficiente para compensar a exibição ocasional. Entretanto, hipoglicemia causada por excesso de insulina induz ao aumento de peso. O controle mais preciso dos níveis de glicose no sangue em conseqüência do uso da bomba ajuda a evitar a hipoglicemia. 

Estudos sugerem que pessoas com diabetes que usam bombas de insulina conseguem controlar melhor seus níveis de açúcar no sangue que aquelas que usam outros métodos. Entretanto, bombas têm algumas desvantagens em potencial.

Talvez o problema mais óbvio com bombas de insulina está no que se refere ao mini computador quando você se exercita, dorme, mergulha ou faz qualquer outra atividade onde achar inconveniente ter uma ferramenta eletrônica presa à sua barriga. Entretanto, está bem claro que pessoas com diabetes acham que vale a pena tolerar essas questões porque gostam da conveniência de ter um dispositivo que os livra da responsabilidade de fazer injeções programadas. Afinal de contas, a popularidade das bombas de insulina aumenta a cada ano. De acordo com o jornal Postgraduate Medicine, o número de usuários nos Estados Unidos cresceu de apenas 6.000 em 1990 para 162.000 em 2001. Em 2004, o número era estimado em 200.000, de acordo com a última atualização de agosto de 2006 no Diabetes Self-Management.

Para mais informações sobre insulina e diabetes, acesse os links a seguir.

Sobre o autor: Timothy Gower é um escritor freelancer e autor de vários livros. Seu trabalho apareceu em várias revistas e jornais, incluindo Prevention, Health, Reader's Digest, Better Homes and Gardens, Men's Health, Esquire, Fortune, The New York Times, and The Los Angeles Times.

Sobre os consultores: Dana Armstrong, nutricionista registrada, educadora certificada sobre diabetes, se formou em nutrição e dietética na Universidade da Califórnia, em Davis, e completou sua residência em nutrição no Centro Médico da Universidade do Nebraska, em Omaha. Em consultas particulares, durante 21 anos, ela desenvolveu programas educacionais que beneficiaram mais de 5 mil pacientes com diabetes. Ela é a co-fundadora e diretora de programa do Diabetes Care Center em Salinas, Califórnia. Allen Bennett King, membro da Academia Americana de Médicos, Membro da Academia Americana de Epidemiologia, Educador Certificado sobre Diabetes, se formou e fez residência na Universidade da Califórnia, Berkeley; na Escola de Medicina da Universidade de Creighton; no Centro Médico da Universidade do Colorado e no Centro Médico da Universida de Stanford. Ele é o autor de mais de 50 trabalhos em ciência médica e fala nacionalmente sobre os novos avanços no diabetes.

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