![]() |
|||
|
| amputação |
| |
Em maio de 2003, o alpinista Aron Ralston estava escalando um cânion distante em Utah, quando uma rocha se deslocou e esmagou seu braço contra o penhasco. Depois de vários dias preso, seu suprimento de água e todas as possibilidades para soltar o braço se esgotaram. No quinto dia, Aron finalmente deu início ao procedimento que estava pensando desde o começo: amputar o braço preso.
Depois de usar um torniquete improvisado e quebrar os ossos do antebraço contra a rocha, ele usou uma faca utilitária para cortar e rasgar os tecidos do braço e poder se soltar. Então, ele desceu um despenhadeiro de mais de 18 metros e andou quase 10 quilômetros em busca de resgate. Depois de anos, Aron leva uma vida ativa. Embora conte com uma prótese, ele é capaz de fazer muitas atividades que costumava realizar antes do acidente.
![]() ©iStockphoto.com/Tim Mccaig Homem caminha normalmente com a ajuda da prótese após uma amputação |
A experiência angustiante que Aron Ralston enfrentou mostra alguns dos princípios básicos da cirurgia de amputação. Primeiro, sua história esclarece que uma amputação é feita somente como último recurso, depois que todas as outras opções tiverem sido consideradas.
No Espírito Santo, a modelo Mariana Bridi, de 20 anos, teve os pés e mãos amputados após uma infecção urinária que acabou se agravando. ![]() |
Vamos começar com alguns princípios básicos. Quando exatamente uma amputação é necessária e por quê?