Filhos de alcoólatras são mais suscetíveis a padecer de ansiedade, depressão e problemas de comportamento do que filhos de não-alcoólatras. Há também um risco maior de eles próprios se tornarem alcoólatras. Existem várias organizações especializadas em tratar famílias de alcoólatras, incluindo a Alanon. |
Os genes podem ser um importante fator no desenvolvimento do alcoolismo. Pesquisas indicaram que os filhos de alcoólatras são quatro vezes mais propensos a se tornarem dependentes. Apesar dessa estatística estar, em parte, relacionada a fatores de convivência, os cientistas determinaram que há uma substancial ligação genética. Pesquisadores têm trabalhado para determinar exatamente quais genes são responsáveis pela propensão ao alcoolismo, no intuito de desenvolver novas medicações para tratar a doença.
Fisiologicamente, o álcool altera o equilíbrio químico no cérebro. Ele afeta substâncias químicas no sistema nervoso central, como a dopamina. O corpo eventualmente anseia pelo álcool para restaurar sentimentos de prazer e evitar sentimentos negativos. Pessoas que já sofrem de muito estresse ou problemas psicológicos, como baixa auto-estima e depressão, apresentam maior risco de desenvolver alcoolismo.
Fatores sociais como a pressão social, as propagandas e o ambiente também desempenham um importante papel no desenvolvimento do alcoolismo. Pessoas jovens normalmente começam a beber porque seus amigos bebem. Anúncios de cerveja e bebidas destiladas tendem a retratar que beber é um glamouroso e excitante passatempo.
Os sinais de que alguém pode ser alcoólatra incluem:
Se você ou alguém próximo é ou pode ser um alcoólatra, procure ou indique os Alcoólicos Anônimos (AA), que é um programa específico para ajudar pessoas a superar o alcoolismo. |