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A sucralose não é metabolizada pelo corpo, por isso não tem calorias. O cloro, que impede que ela seja absorvida pelo corpo, também dá a capacidade de suportar altas temperaturas, permitindo que seja utilizada em assados (outros adoçantes perdem o sabor doce se você tenta usá-los com esse fim). A sucralose foi aprovada pela FDA para ser usada em alimentos e bebidas em 1998.
Uso
A sucralose é o adoçante que mais cresce em vendas no mercado. Ela pode ser encontrada em todo tipo de produto, de sobremesas a refrigerantes, incluindo biscoitos, chicletes e doces. A sucralose é vendida em pacotes para ser utilizada para cozinhar e também em sachês para adoçar seu café ou chá.
Controvérsia
A sucralose não gera tanta controvérsia quanto o aspartame. Porém, o relatório de 1998 da FDA que aprovou o uso da sucralose também informou que ela mostrou-se "levemente mutagênica em exames de linfomas de ratos". Isso significa que ela causou pequenos danos genéticos em células de cobaias. Além disso, o relatório afirmava que uma das substâncias em que a sucralose se quebrava quando digerida também mostrou-se “levemente mutagênica no teste Ames”. O teste Ames é o método mais comum para detectar possíveis carcinógenos.
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Outro ponto que causa discussão é a maneira como a sucralose é vendida como Splenda. Nos comerciais, a empresa afirma que “Splenda é feito de açúcar, por isso tem gosto de açúcar”, o que faz com que muitas pessoas acreditem que Splenda é um adoçante natural e conseqüentemente mais saudável, o que não é verdade. Como ainda não existem estudos a longo prazo, ninguém sabe realmente se a sucralose é mais saudável que os outros adoçantes.
A seguir, falaremos sobre a tagatose, outro adoçante artificial recém-lançado.