![]() Imagem cedida por HowStuffWorks Shopper Stevia, vendida sob a marca SweetLeaf |
Sabemos se as coisas são mais ou menos doces de acordo com os receptores em nossa língua, que interagem com as moléculas. Quanto maior a interação, mais doce parecerá o que provamos.
Os cientistas que estudam o paladar, funcionários da empresa Senomyx (em inglês), identificaram a papila gustativa responsável por reconhecer o que achamos “doce”. Tanto o açúcar quanto os adoçantes artificiais se ligam a esse receptor, criando a sensação de doçura quando os ingerimos. Esses receptores são encontrados na superfície de células que estão em toda a língua e dentro da boca. Elas enviam mensagens para o cérebro dizendo que estamos comendo alguma coisa doce.
Os adoçantes são compostos artificiais criados com o objetivo de proporcionar o mesmo (ou muito parecido) sabor “doce” que encontramos nos açúcares. Alguns têm poucas calorias porque são muito mais doces que o açúcar e é necessária uma quantidade mínima deles. Outros têm menos calorias (ou nenhuma caloria) porque nossos corpos não conseguem metabolizá-los. Eles simplesmente atravessam o sistema digestório sem serem absorvidos.
A seguir, vamos conhecer a história e as formas de uso dos adoçantes.
Pessoas que defendem o uso de Stevia se apóiam em estudos que mostram não haver nenhum tipo de efeito colateral ou reações adversas ao adoçante, mas existem outros estudos que mostram que a Stevia pode levar a uma redução na produção de esperma e no nascimento de crianças ou de crianças menores. A FDA não aprova a utilização de Stevia em alimentos, mas ela pode ser vendida como suplemento alimentar. |